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    Escolhi Esperar é inspiração para o Governo Federal

    O ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH) realizou em Brasilia um seminário sobre gravidez precoce de crianças e adolescentes. 

    O objetivo foi iniciar as discussões para um novo projeto do governo: usar a educação afetiva e a informação sobre comportamento sexual como principais armas no combate à gravidez precoce.

    O seminário contou com Mary Anne Mosack, presidente da Ascend – associação cuja missão, segundo seu site, é “incentivar os jovens a tomarem decisões saudáveis nos relacionamentos e na vida” para evitar os riscos relacionados à iniciação precoce da vida sexual –, e de Nelson Neto Jr., fundador do instituto Escolhi Esperar.

    A proposta de ambas as associações é dar orientação aos jovens para evitar a iniciação precoce da vida sexual, como alternativa ao enfoque no uso de preservativos e em outros métodos contraceptivos. O MMFDH espera promover este mesmo enfoque nas políticas públicas do governo federal.

    "Maurício Cunha, secretário dos Direitos da Criança e do Adolescente do MMFDH, diz que a nova abordagem do governo para evitar a gravidez precoce, com enfoque na educação afetiva, na informação e no “empoderamento” dos jovens, vai complementar outras políticas e “preencher uma lacuna no campo das políticas públicas, sem prejuízo de outras políticas já existentes”.

    Angela Gandra, secretária da Família, afirma que “é um momento histórico” e que o governo está tendo “a valentia e a audácia de levantar um tema que não é politicamente correto, mas pode ser a solução mais humana que se pode apresentar”.

    Segundo dados do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), no Brasil, em 2016, 24 mil crianças nasceram de meninas com até 14 anos e 477 mil de adolescentes entre 15 e 19 anos.

    Fonte: Gazeta do Povo

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